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Meu velho

Cedido por: Revista Cristã de Espiritismo

Colaborou: Antonio Toffoli

Idoso ou velho

Direitos autorais: www.momentos-pps.com.br

Cedido por: Revista Cristã de Espiritismo

Colaborou: Antonio Toffoli


Nossos velhos

“Tenha paciência alguns segundos que o  vídeo iniciara, …surpresa no final”

Pais heróis e mães heroínas do lar.
Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos.
Até que um dia o pai herói começa a passar  o tempo todo sentado, resmunga baixinho  e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça.
A heroína do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá de implicar com a empregada.
O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para outra?
Envelheceram….
Nossos pais envelhecem.
Ninguém havia nos preparado pra isso.
Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas.
Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez deles serem cuidados e mimados por nós, nem que pra isso recorram a uma chantagenzinha emocional.
Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam.
Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo  o que o médico proibiu.
Estão com manchas na pele.
Ficam tristes de repente.
Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos,  que relutam em aceitar o ciclo da vida.
É complicado aceitar que nossos heróis e heroínas já não estão no controle da situação.
Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina.
Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo.
Ficamos irritados e alguns chegam a gritar se eles se atrapalham com o celular ou outro equipamento e ainda não temos paciência para ouvir pela milésima vez a mesma história que contam como se acabassem de tê-la vivido.
Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis.
Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi.
Essa nossa intolerância só pode ser medo.
Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais.
Com todas as nossas irritações, só provocamos mais tristeza àqueles que um dia só procuraram nos dar alegrias.
Por que não conseguimos ser um pouco do que eles foram para nós? Quantas noites estes heróis e heroínas passaram ao lado de nossa cama, medicando, cuidando e medindo febres !!
E nós ficamos irritados quando eles esquecem de tomar seus remédios, e ao brigar com eles, os deixamos chorando, tal qual crianças que fomos um dia.
É uma enrascada essa tal de passagem do tempo.
Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros…
Ainda mais quando os outros são nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar e sabíamos que estariam com seus braços abertos, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós.
Façamos por eles hoje o melhor, o máximo que pudermos, para que amanhã quando eles já não estiverem mais aqui conosco…… possamos lembrar deles com carinho, de seus sorrisos de alegria e não das lágrimas de tristeza que eles tenham derramado por nossa causa.
Afinal, nossos heróis de ontem… serão nossos heróis eternamente …

De:   Martha Medeiros
Enviado por: Quica e Glauco

 

Parte I

Parte II

Parte III

Parte IV

Parte V





Enviado por: Rosely Pedro

A moça da foto se chama Katie Kirkpatrick, de 21 anos. Ao lado dela está o noivo, Nick, de 23. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005 nos Estados Unidos. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação. Na foto Nick aguarda o término de mais uma destas sessões.

Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos estarem apresentando falência e ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar do máximo de detalhes. O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.

Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também. O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que namorou desde a adolescência.

Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, ouve o marido e os amigos cantarem para ela.

No meio da festa Katie tira um tempo para descansar. A dor a impede de ficar de pé por muito tempo.

Katie morreu 5 dias após o casamento. As fotos venceram um concurso americano de jornalismo. De qualquer forma, ver uma menina tão debilitada vestida de noiva e com um sorrisão nos lábios faz a gente pensar se a vida é mesmo tão complicada.


De: Adriana Carrara Scalquo

Quando você toma uma iniciativa.

Seja ela qual for. O seu mundo parece que se transforma.

Você se sente mais confiante para fazer o que não tinha coragem.

Novas possibilidades sempre aparecem.

Acredite em você.

Enviado por: Aline Pagliuco

Transmitido pela RedeTV, 19 de abril, 2009. Tema: Obsessão. Entrevistados: Suely Caldas Schubert e José Maria Medeiros.

Reencarnação

Um caso tipico comprovado pela ciência onde  há reencarnação na mesma família. Há mais de 600 casos já estudados e comprovados pela comunidade científica.

Susan Boyle

Este vídeo  é de Susan Boyle, candidata do famoso programa de “calouros” Britain’s got Talent, onde ela se apresentou neste  11 de abril de 2009.
Virou heroína da noite para o dia em segundos com sua perseverança, força de vontade de atingir seu objetivo.
Ao entrar no palco, ela é uma derrotada, o júri faz caras. A platéia, torce o nariz. Todos a desprezam e estão contra ela.
Ela diz que quer ser cantora profissional e quer ser como Ellen Page. Ela canta “I dreamed a dream” de Les Misérables.
E a canção começa. E ao abrir a boca os anjos começam a sair de sua garganta, aos milhares, e enchem o salão com sua música celestial.
A emoção é forte, porque há uma Susan dentro de cada um, querendo provar sua beleza invisível.
A luta de muitas pessoas é essa, a de achar uma oportunidade de se soltar e mostrar o que de bom têm.
Para muitos, este vídeo é um tapa na cara neste mundo que julga às pessoas pela aparência.


Quem sabe isto pode chegar a alguém que certamente cairia numa destas, evitar tamanha dor.

*Essa é nossa realidade!!**
Cuidado com nossos filhos!!!

Eis aqui um testemunho autêntico.*

*Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane
minha amiga escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja
tarde demais:

Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente
família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube
aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e
manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a
atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
‘Floripa’, Coração de Jesus. Tinha todos os
garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema,
curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino
começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de
amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais
apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
‘Bude’, famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao ‘PROEB’ e no ‘Pavilhão
Galego’ tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira”.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava
escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER,
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal curti a noite inteira
‘doidona’, beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os ‘meganha’, porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os
otários’ não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase
em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui
ao apartamento quase ‘vomitei as tripas’, mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor
de cabeça horrível, um mal estar daqueles como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de
S. Paulo, que alugaram um ap’ no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo
apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da
manhã fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso
baseado’Cigarro de Maconha’, que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina
careta’, mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de
baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o ‘Marcos’, fazia
carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a ‘Floripa’ mas percebi que alguma coisa
tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente
deparar-me com meu assassino ‘DRUGS’.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando
comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do
momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com
esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com
sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada
um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as
malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00
o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus
‘novos amigos’. Às vezes a gente conseguia o
‘extasy’, dançávamos nos ‘Points’ a noite
inteira e depois… farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais
perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida…

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou
trocar por drogas…Aos poucos o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que
pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para
conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para
tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas
logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi
decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais
muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os
homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou
deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a
joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim,
não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca…
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas
percebo que é tarde demais pra mim.

OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital
Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia
veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em
conseqüência da AIDS.

Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo
de Patrícia.

De: Antonio Toffoli

Revista Cristã de Espiritismo


Programa Transição-26/04/09 – A Visão Espírita para um Novo Tempo, transmitido pela Rede TV aos domingos, 15h.

Entrevistado: Divaldo Franco.

Vídeo incrível sobre o relacionamento entre um pai e um filho….

Aprendiz

Convidado: Wlademir Lisso

O vaso chinês

Enviado por: Laira Vieira

Enviado por: Aline Pagliuco

Perseverança

Achamos que nossa vida é ruim. Grande lição de vida.

Doutoras

Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.

Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar.

O funcionário insistiu: O que eu pergunto é se tem um trabalho.

Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou mãe.

Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcionário friamente.

Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.

Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente.

O formulário parecia enorme, interminável.

A primeira pergunta foi: Qual é a sua ocupação?

Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:

Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.

A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:

Posso perguntar o que é que a senhora faz exatamente?

Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou:

Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.

Pensando na sua família, ela continuou: Sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas.

À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.

Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.

Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.

Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação.

Mãe, onde está meu sapato? Mãe, me ajuda a fazer a lição? Mãe, o bebê não para de chorar. Mãe, você me busca na escola?

Mãe, você vai assistir a minha dança? Mãe, você compra? Mãe…

Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?

E logo descobriu um título para elas:  Doutoras-sênior em desenvolvimento infantil e em relações humanas.

As bisavós, Doutoras executivas sênior.

As tias, doutoras-assistentes.

E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.

*  *  *

No mundo em que os títulos são importantes, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional, torne-se especialista na arte de amar.

Como excelente mestra, ensine aos seus filhos, através do seu exemplo, a insuperável arte de expressar sentimentos.

Ensine a difícil arte de interpretação de choro de bebê e de secar lágrimas de adolescente.

Exemplifique a renúncia, a paciência e a diplomacia. E colha, vitoriosa, ao final de cada dia, os louros do seu esforço nos abraços dos seus filhos e na espontaneidade de suas manifestações de afeto.

Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria ignorada.

mec@momentoespirita.com.br

Boa tarde, queridos colegas!

Encontrava-me um dia desses a ler determinado site e me senti compelido,
senão obrigado, a dividir uma história com vocês:

Passava da primeira hora da madrugada do dia 16 de março de 2003. Um jovem
de 16 anos seguia pela rua com 2 amigos  quando foram abordados por 2 homens
armados. Os assaltantes exigiram que os jovens se voltassem para a parede,
tal como a polícia faz com suspeitos em uma ‘revista’ na rua. Dois dos três
amigos assim o fizeram. Infelizmente, e por motivos que nunca vamos
compreender, um deles se colocou a correr, tendo sido alvejado pelas costas,
na altura da escápula, enquanto corria. Tanta adrenalina era secretada
naquele momento que ele demorou quase 10 segundos para tomar consciência de
que tinha sido atingido.

Dadas as circunstâncias, continuou a correr por um quarteirão inteiro,
temendo estar sendo seguido pelo assaltante que havia disparado. Em questão
de minutos sentiu-se muito cansado e parou para pedir ajuda assim que
encontrou um “segurança” de determinada rua, pois percebeu que iria desmaiar
a qualquer momento. O resumo da história, é que nada de mais grave sucedeu
com os outros dois, que minutos depois encontraram seu amigo desmaiado num
quarteirão próximo. Como quarenta e cinco minutos depois a ambulância do
bombeiro não havia ainda aparecido, o jovem baleado implorou que a policia
militar o levasse ao hospital, pois sentia a gravidade do que lhe tinha
acontecido. Relutante, a pm aceitou não mais esperar a remoção dos bombeiros
e levou o jovem à emergência do hospital do Andaraí.

A trajetória do projétil sucedeu verdadeiro milagre anatômico, pois defletiu
ao fraturar a escápula, passando por trás do coração e lhe atravessando o
tronco de ponta a ponta sem atingir qualquer órgão vital, tendo contudo,
perfurado os dois pulmões que rapidamente encheram-se de sangue, tendo seu
volume reduzido a 1/3. Quatro dias depois, os dois drenos já haviam retirado
4,5 litros de sangue de seus pulmões (+ de 50% do total!). Evidentemente, o
jovem sobreviveu porque recebeu transfusão de sangue.

E graças a essa transfusão este jovem sobreviveu a essa experiência e pode,
nesse exato momento dividi-la com vocês, pois esse jovem sou eu.

Às vezes, sentimos a pulsão interna por “fazer alguma coisa”, temos a
vontade de ajudar… Mas a vida moderna é tão acelerada, tão cheia de
demandas, que acabamos nos confortando e suprimindo essa vontade nos
convencendo de que não podemos fazer nada. Atribuímos todo o ‘dever ser’
para um mundo melhor ao Estado ( que em nosso caso sequer foi formado ainda)
Essa não é um spam vazio de inernet feito pra fazer ninguém se comover por
1 minuto  e sentir-se bem pelo que pensou a ler a história. Não é um power
point com fotos de filhotes de cachorro. Essa é a vida real e esse é só um
lembrete, de que SIM, podemos sim fazer alguma coisa concreta pra ajudar o
próximo e afetar o mundo de maneira positiva. Por mais eficiente que o nosso
chamado “Estado” fosse, não houvesse um indivíduo singular gastado seu tempo
e energia para doar um pouco de seu fluido vital, eu não poderia estar aqui.
E isso faz toda diferença.

Pense nisso. Porque todos nós podemos fazer diferença.

E “no final do dia”, acredito que isso é o verdadeiramente importa.

Apelo a consciência de cada um e peço a atenção para a seguinte realidade: A
chance de uma pessoa encontrar um doador de medúla óssea compatível é de
1/100.000 (um para cem mil !). E você pode integrar um cadastro nacional de
doadores e  vindo a ser compatível, você pode salvar uma vida (melhor que
plantar árvores e escrever um livro, não?!). Milhares de pacientes com
leucemia aguardam uma chance (1/100.000) de poder sobreviver.
Autor: Tiago Villas-Bôas

Colaborou:Lúcia Rebelo – Revista Cristã de Espiritismo

Informações em:

http://www.ameo.org.br    (São Paulo-SP)

http://www.vivacaio.org.br  (Americana-SP)

A última pedra

Enviado por: Rosely Pedro

AMAR SEMPRE

Nenhum de nós procure destaque injustificável. Na direção ou na subalternidade, baste-nos o privilégio de cumprir o dever que a Vida nos assinala discernindo e elucidando, mas auxiliando e amando sempre.

Ainda mesmo quando te vejas absolutamente a sós, no trabalho do bem, sob a zombaria dos que se tresmalham temporariamente no nevoeiro da negação e do egoísmo, não esmorecerás. Crendo na misericórdia da Providência Divina e nas infinitas possibilidades de renovação do homem, seguirás Jesus, o Mestre e Senhor, que entre a humildade e a abnegação, nos ensinou a todos que o amor e o serviço ao próximo são as únicas forças capazes de sublimar a inteligência para que o Reino de Deus se estabeleça em definitivo nos domínios do coração.

Emmanuel (espírito) / psicografia de Chico Xavier
……………………….

SEGUIRÁS A LUZ

Corrigirás o mal com o bem, afastarás a agressão com a paciência extinguirás o ódio com o amor, desfarás a condenação com a benção.

Embora te sangrem os pés, palmilha com eles os heróis anônimos do Bem Eterno, a estrada íngreme da ascensão, na certeza de que à frente de todos esses pioneiros da imortalidade vitoriosa caminha Jesus, o Excelso Amigo, que um dia nos prometeu com clareza, e segurança: “Aquele que me segue não anda em Trevas.”

Emmanuel (espírito) / psicografia de Chico Xavier
…………………….

AMEMOS

O Espiritismo é Jesus de volta!

Deixem-no impregnar o âmago dos seus sentimentos. Abraçamos espaço para que Ele tome conta de nós e um dia possamos dizer: Senhor, já não sou eu quem vive, és tu que vives dentro de mim.

Nós falamos-Dele através da oração e Ele responde-nos por intermédio da inspiração. Ele socorre a criatura humana através de outra criatura humana. Que sejamos aquele a quem Ele elege para o socorro. Digamos ao mundo que vale a pena amar, e demonstremos ao mundo que amando somos infinitamente felizes. O amor é bênção de que dispões em todos os dias da tua vida para avançares e conquistares espaços no rumo da evolução. Não te canses de amar, sejam quais forem as circunstâncias por mais ásperas se te apresentem.

Mantenham-se em paz! Essa paz que somente Ele pode dar. A única paz que vem de dentro para fora e inunda a vida de realizações plenificadoras.

Vão em paz, semeadores do futuro, construindo a era do Espírito imortal. Que o Senhor nos abençoe e fique conosco.

São os nossos votos de companheiros espíritas, que ultrapassamos a tumba e continuamos a viver.

Muita paz!

Joanna de Ângelis (espírito)
Mensagem psicofônica recebida por Divaldo Franco, por ocasião do encerramento de seminário realizado em 25/03/2000
……………………

AMOR

O amor é de essência divina, porque procede de Deus e vitaliza o universo, sustentando a vida em todos os seus aspectos.

Em tudo se encontra pulsante, como manifestação do Divino Psiquismo.

Em todos os reinos é de fundamental significação, especialmente no ser humano, sem o qual a existência se torna destituída de sentido psicológico e desaparece, desarticulando os objetivos essenciais da Vida.

Amar é desafio que todos devem enfrentar com alegria, pois que, somente ele equaciona as dificuldades existenciais, ampliando os objetivos da inteligência e dos sentimentos.

Quem ama, conduz Deus no imo, irradiando-O em forma de bençãos que a tudo transforma e dignifica.

Joanna de Ângelis (espírito) / Psicografia de Divaldo Franco

O Espiritismo
www.oespiritismo.com.br

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